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Pensamentos sobre desenvolvimento, engenharia e produto.
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Ben Awad: 'código escrito à mão tá morto'. Concordo na premissa, discordo na conclusão.
Em janeiro de 2026, Ben Awad postou um vídeo que viralizou: 'hand-written code is basically dead'. Meses depois, casos reais começaram a confirmar a tese — um único prompt modificando 500 mil linhas, jogos com 95% de código gerado por IA, Steve Yegge construindo agentes que coordenam agentes. Concordo que a digitação manual está morrendo. Discordo que isso signifique fim da leitura crítica de código.
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110 mil demissões, US$ 725 bilhões em IA: o paradoxo que define 2026
Em junho de 2026, a Oracle revelou ter cortado 21 mil pessoas em 12 meses. No mesmo dia, analistas calcularam que Microsoft, Amazon, Meta e Google vão gastar US$ 725 bilhões em IA este ano. A indústria está demitindo 864 devs por dia enquanto investe US$ 370 milhões por dia em data center. O dinheiro tem que vir de algum lugar — e está vindo da folha.
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Vibe coding: hype, real, e quando faz sentido
Em fevereiro de 2025, Andrej Karpathy nomeou o vibe coding em um tweet. Um ano depois, ele mesmo decretou o termo passé e adotou outro: agentic engineering. Entre os dois, ficou uma trilha de prompts despreocupados, bancos de dados expostos, e uma estatística constrangedora: 45% do código gerado por IA tem vulnerabilidade OWASP.